Uma canção leve que acompanha a água dentro de uma nuvem fria, onde pequenos cristais de gelo surgem, crescem e caem pela gravidade. As crianças também entendem por que os flocos só chegam ao chão como neve quando não derretem completamente no caminho.
Texto das legendas desta gravação.
Letra da música
Dari mana keping salju di jendela?
Awan kelabu melintas di atas atap
Di mana tarian mereka bermula?
Dalam bayangan, aku masuk ke awan
Uap air tak tampak, juga tetes mungil
Di bagian dalam, cukup dingin
Butir es kecil mulai terbentuk
Di awan dingin, kristal es terbentuk
Air melekat, keping salju tumbuh
Gravitasi menariknya turun
Bila udara tetap dingin, salju pun tiba
Kristal mengumpulkan lebih banyak air
Enam lengan, bentuknya beragam
Keping berputar, terayun oleh angin
Makin besar, makin berat pula
Terlalu berat untuk tetap di atas
Di awan dingin, kristal es terbentuk
Air melekat, keping salju tumbuh
Gravitasi menariknya turun
Bila udara tetap dingin, salju pun tiba
Di perjalanan, keping tak mencair habis
Satu hinggap lembut di sarung tanganku
Di tangan hangat, mencair jadi tetes
Di awan dingin, kristal es terbentuk
Air melekat, keping salju tumbuh
Gravitasi menariknya turun
Bila udara tetap dingin, salju pun tiba
Kini kupahami perjalanannya
Satu keping berkilau, lalu jadi tetes
Letra da versão neste idioma
Por que os flocos dançam na janela?
Nuvem cinza passa sobre os telhados
Onde começou seu giro pelo ar?
Na imaginação, entro nessa nuvem
Vapor de água invisível e gotinhas
Lá no fundo, faz frio suficiente
Surgem pontinhos feitos de gelo
Na nuvem fria, um cristal se forma
A água se junta, o floco cresce
A gravidade o puxa para o chão
Se o ar fica frio, chega como neve
O cristal vai juntando mais água
Seis braços, mas os formatos variam
Os flocos giram, balançam ao vento
Crescem e também ficam mais pesados
Já não conseguem ficar lá no alto
Na nuvem fria, um cristal se forma
A água se junta, o floco cresce
A gravidade o puxa para o chão
Se o ar fica frio, chega como neve
No caminho, não derrete por inteiro
Um deles pousa leve na minha luva
Minha mão quente o derrete numa gota
Na nuvem fria, um cristal se forma
A água se junta, o floco cresce
A gravidade o puxa para o chão
Se o ar fica frio, chega como neve
Agora entendo a viagem dos flocos
Um deles brilha e vira gota d'água